
Segundo Volare, o desenvolvimento do novo modelo consumiu quatro meses e foi feito para atender uma solicitação da prefeitura de Campinas, em São Paulo. Segundo o gerente da Unidade de Negócios Volare, Gelson Zardo, quatro unidades já estão sendo utilizadas nessa cidade, conforme decreto assinado em 2004, que obriga as cidades, num prazo de dez anos, a terem toda frota adaptada.
De acordo com a empresa, o modelo é diferente de outros veículos disponíveis no mercado, devido não ter degraus de acesso na porta traseira e possuir piso baixo nessa área, sendo que o embarque e o desembarque podem ser feitos por uma rampa. O sistema de rebaixamento da suspensão traseira é comandado pelo motorista, através de uma alavanca do tipo manche, localizada no console do veículo. Após o acionamento, cerca de cinco segundos são necessários para nivelar o piso na altura da calçada para liberar o acesso a cadeirantes.





