
Segundo a empresa, o diferencial está em oferecer uma solução que elimine os problemas de desgaste excessivo e quebra de molas durante o transporte, garantindo maior durabilidade e segurança no trajeto plantação-usina-plantação. O motivo é que o transporte canavieiro é realizado dentro das fazendas ou campo e muitas vezes não passa por fiscalização rigorosa, o que contribui para a redução da vida útil do conjunto do caminhão. \”As molas para os veículos pesados que atuam no setor são dimensionadas para trabalhar de acordo com as condições de terreno e carga máxima estipuladas pelos fabricantes dos reboques. Se houver respeito ao limite de carga, as molas podem durar até duas safras\”, explica Oliveira.
A empresa acrescenta que suas molas são no formato trapezoidal (com cerca de doze a catorze lâminas) e foram projetadas para atender às severidades das operações com a cana-de-açúcar, e por isso passam pelo processo \”shot peening\”, tecnologia que melhora as propriedades mecânicas e aumenta a durabilidade e resistência do produto. Além disso, Oliveira explica que existem ainda outros procedimentos que contribuem para qualidade do feixe de mola, como os processos de tratamento térmico (têmpera e revenimento) e acabamento de superfície (graxa grafitada e oleamento).





