Neste fim de ano, empresas e sindicatos de trabalhadores prevêem que os períodos de folga serão semelhantes aos concedidos aos funcionários nos últimos anos. No entanto, fabricantes de veículos, principalmente caminhões e ônibus, devem esticar o período em que a produção será interrompida e já programam para janeiro férias coletivas de até 30 dias, maiores que as do ano passado, cujo período foi de 10 a 20 dias.
Isso deve acontecer por conta da previsão de queda nas vendas no primeiro trimestre de 2012. Na Scania, por exemplo, 80% dos 3.600 funcionários da produção entram em férias no dia 2 de janeiro e só voltam a trabalhar no dia 2 de fevereiro.
Na Ford, os trabalhadores de São Bernardo terão 23 dias de folga. Eles saem em coletivas no dia 12 e retornam no dia 30, que cai na sexta-feira. Como esse pessoal tem credito no banco de horas e emendará com as férias, o retorno ao trabalho será em 4 de janeiro, segundo sindicalistas.
Na capital paulista, 215 empresas de diversas áreas já comunicaram o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi das Cruzes e Região que darão férias coletivas para quase 38 mil trabalhadores. Em 2010, os números eram mais modestos: 80 empresas e 16 mil pessoas.
Fonte: O Estado de S.Paulo





