
Em 1955, devido sinais de \”cansaço\” estrutural e problemas operacionais, passou a ser administrada pela concessionária Ponte S/A, a qual executou um amplo programa de recuperação estrutural e modernização operacional, incluindo novas tecnologias e equipamentos.
\”Quando da sua inauguração, a Ponte Rio-Niterói era a terceira maior ponte do mundo em extensão. Hoje é a sétima, mas seus recordes construtivos, 300 metros de vão livre em viga reta contínua e volume espacial ainda continuam insuperáveis\”, comemora o engenheiro Carlos Henrique Siqueira, que participou da construção, coordenou por 17 anos serviços de manutenção e é um dos consultores da Ponte S/A na área estrutural.





