São apenas 77 unidades na malha de 55 mil km de estradas

A licitação previa investimento de R$ 1,12 bilhão, mas foi cancelada. O prejuízo causado pela diminuição da vida útil do pavimento alcança R$ 1,7 bilhão por ano, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU).Além de escassez de equipamentos o TCU apontou outros problemas como baixos valores das multas cobradas por excesso de peso e a falta de agentes habilitados para autuar os infratores também chamaram a atenção do tribunal.
O Dnit informou que pretende relançar em junho o edital para a contratação de mais postos de pesagem, mas com uma mudança importante: a nova concorrência será para balanças \”high tech\”, inéditas no Brasil, que permitem auferir o peso de caminhões e ônibus em movimento. As balanças poderão detectar o excesso com os veículos trafegando na mesma velocidade permitida da estrada, dando mais agilidade à medição.
Para a NTC & Logística, associação de transportadores de cargas, há outras deficiências. \”As balanças nem sempre funcionam 24 horas. Os motoristas sabem a hora em que devem passar para fugir da fiscalização\”, diz Neuto Reis, diretor- técnico da entidade. Ele também critica o fato de muitos equipamentos estarem desregulados, já que o certificado de aferição vale por 12 meses, período considerado muito longo.
Do Valor Econômico





