
Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), por exemplo, emitiu semana passada (dia 04/11) um comunicado se posicionando a respeito dessa possível paralisação dos motoristas. De acordo com Diumar Bueno, presidente da CNTA, a entidade sempre manifesta apoio a movimentos de interesse específico da categoria dos caminhoneiros autônomos, organizados ou não, desde que haja representantes que respondam pelos atos que praticam.
O documento assinado por Bueno considera imoral e repudia qualquer mobilização que se utilize da boa-fé dos motoristas para promover o caos no País e pressionar o Governo em prol de interesses políticos ou particulares, que nada têm a ver com os problemas da categoria.

Já Luciano Correia, de Santa Rosa/RS, de 35 anos de idade e 12 de profissão, acredita que o movimento esta forte em algumas regiões como no sul, mas assim como o seu colega ainda não sabe qual o motivo. “Na minha opinião uma greve só vai dar certo quando afetar as empresas grandes e todos caminhões realmente pararem. Enquanto tiver um ou dois rodando não acontece nada”, diz.
Samir Keidann, 37 anos de estrada e 20 de profissão, conta que tem um amigo de Santa Catarina que pelas redes sociais afirmou que o protesto é contra a corrupção do governo. “Para mim alguma coisa vai acontecer. Já tem muitos Estados com estradas bloqueadas. Não sei os motivos dessas paralizações e ainda não consigo avaliar se vai dar certo. Mas as coisas têm que mudar. Está difícil”, desabafou.







