
O protesto foi iniciado segunda-feira (09/11) e provocou bloqueios em trechos de rodovias de 14 Estados. O Movimento convocado pelo Comando Nacional do Transporte (CNT), reivindica redução do preço do diesel, criação do frete mínimo, salário unificado em todo o País e a liberação de crédito com juros subsidiados no valor de R$ 50 mil para transportadores autônomos.
Um dos nomes citados como organizador desse movimento é o catarinense Ivar Luiz SchmidtIv que, em dezembro do ano passado, criou uma página do Facebook em nome do CNT – que conta atualmente com mais de 22 mil seguidores- e atualmente mantém contato com diversos grupos no WhatsApp. Acredita-se que os motoristas de caminhão estão sendo convocados e informados sobre os protestos através de mídias sociais.
Diferente dos atos do início do ano – que tiveram duração de cinco dias – os sindicatos declararam não compactuarem com as manifestações. Uma das justificativas seria o fato do movimento ter objetivos políticos e terem como reivindicação principal a saída da presidente do poder.
“A convocação e o reconhecimento legítimo de uma greve deve passar obrigatoriamente pela elaboração de uma pauta de reivindicação específica da categoria que representam, para ser aprovada em assembleia geral. E não é bem isso que está acontecendo já que os interesses defendidos nesses atos são unicamente políticos e não estão relacionados com os interesses dos motoristas de caminhão. É por esse motivo que não estamos apoiando o movimento iniciado na segunda-feira (09/11)”, explicou o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno.





