
Na época da seca, quando ainda não havia a ponte, os caminhões leves atravessavam por dentro do rio e chegavam carregados do outro lado. Já na época de chuvas, a carga atravessava o rio através de embarcação e posteriormente era transportada numa carroça de bois até os caminhões daquele país. \”A maior dificuldade era atravessar o Rio Acre. Agora será reduzido o tempo de transporte e os custos da empresa neste trecho, além de conseguirmos levar a carga direto ao Puerto Maldonado\”, disse Oswaldo de Castro Junior, diretor geral da Expresso Araçatuba, e comentou também que o presidente Lula está investindo na integração sul-americana.





