Segundo a NTC (Associação Nacional do Transportes de Cargas e Logística) e a ABTI (Associação Brasileira dos Transportadores Internacionais), os motoristas autônomos paraguaios estão impedindo a circulação de carreteiros brasileiros em seu país e vice-versa. As entidades solicitaram novamente ao ministro da Fazenda, José Palocci, medidas na área tributária para que os protestos não terminem em conflitos. Tanto a NTC como a ABTI entendem que esses problemas podem ser evitados com acordos tributários entre os países do Mercosul, como já existe com a Argentina, Chile e Equador, porém até nessas nações o Brasil precisa agir e adotar regras de excepcionalidade. Conforme os presidentes das duas entidades, respectivamente Geraldo Vianna e José Dorneles Michelon, os paraguaios estão revoltados pela retenção de 25% do frete, quando contratados por empresas de nosso País e os brasileiros estão indignados pela cobrança de uma taxa de R$ 187 para o carregamento das carretas, além do cumprimento de apenas 50% da tabela de frete.





